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O Rei do Gatilho

Mário Sérgio Pontes de Paiva, nascido em 1950 foi um dos melhores atacantes que o Brasil teve em sua história, habilidoso e objetivo, Mário tinha um apelido de Vesgo porque ele olhava para um lado e tocava a bola pro outro lado confundindo seu adversário e armando com mais criatividade a equipe.

Ele brilhou por várias equipes, destas eu destaco o Vitória da Bahia, o São Paulo (que foi campeão paulista em 1981 e o Grêmio que foi campeão mundial em 1983.

Só que na mesma medida em que o talento era grandioso, também se eqüivalha as suas confusões. Mário se envolveu com coisas muito sérias como o seu famoso caso de doping em 1984 quando ele jogava no Palmeiras que praticamente definiu o fim de sua carreira.

Já naa primeira partida da decisão do segundo turno do Paulistão de 1981 entre São Paulo e São José, depois do jogo, em que o São Paulo perdeu por 1 a 0, a torcida do São José veio atacando o ônibus do São Paulo com pedradas, Mário, de temperamento explosivo, não pestanejou e sacou um revolver que estava em sua bolsa e começou a disparar tiros pra cima, para desespero da torcida que saiu em lânguida rapidez.

Após o ocorrido, Mário Sérgio disse em bom tom que as balas eram de festim e que não se arrependeu de fazer isso, uma semana depois no jogo de volta o cara que cuida do letreiro do Morumbi não teve dúvidas ao invés de colocar o nome do craque colocou embaixo do número O Rei do Gatilho para delírio da massa são paulina.

Esse apelido é lembrado até hoje pela imprensa, mas o que mais é recordado foram as suas belíssimas atuações e o seu gênio forte. Mário Sérgio, um autêntico craque explosão


Fonte: Spiner

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