Spiga

Veteranos reforços


Sempre tive o maior apreço por contratações de medalhões veteranos em clubes pequenos. Nos anos 80 era um bafafá. Quando em 1980 e poucos o Avaí contratou Mazolinha do Botafogo, achei o máximo. Tempos depois ele saiu reclamando daqui dizendo que o clube nem ataduras fornecia.
Com a globalização esse tipo de bomba passou a ser algo comum. Temos Marcelinho Carioca no Santo André, Tulio no Vila Nova e muitos outros.
Via de regra ocorre assim: o jogador chega alardeado pela imprensa, leva dias pra entrar em forma, estréia mais ou menos, faz uns golzinhos (normalmente contra o Avaí), contunde-se, usa o período pra resolver problemas particulares em sua cidade, retorna no banco de reservas, volta a jogar (um pouco pior que na estréia), a torcida começa a pegar no pé. No fim o contrato é rescindido e não se fala mais na figura.

Essa semana o Criciúma confirmou a vinda de Jardel (o dos 2 pulmões) e Luis Mario, ambos figurinhas carimbadas do Grêmio. Agora só falta eles chamarem o Paulo Nunes e o De Leon...

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