Spiga

Coleção grandes filhos de presidentes de federação que invadem cabines de imprensa para bater em radialistas. Vol 1.: Delfinzinho


O narrador Rodrigo Santos da Rádio Cidade de Brusque, emissora do grupo Rede Atlântico Sul de Radiodifusão, a qual também pertence a Rádio Cultura de Foz do Iguaçu, foi agredido fisicamente após a transmissão do jogo Brusque e Joinville no ultimo sábado (10). O filho do presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto Neto, teria entrado na cabine onde estava o narrador, o comentarista Paulo Sérgio e do jornalista Mauricio Hass, perguntado quem era o Rodrigo. Em seguida sem dar qualquer explicação ‘Delfinzinho' teria começado a agredir Rodrigo com chutes e ponta pés. O narrador chegou a desmaiar tamanha violência. O comentarista e o jornalista Mauricio também teriam sido agredidos por seguranças que acompanhavam ‘Delfinzinho'.

Rodrigo foi conduzido ao hospital onde recebeu atendimento médico e em seguida foi para a Delegacia de Polícia onde registrou a agressão.

A Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert) publicou nota de repudio:

"Sobre a agressão sofrida pelo jornalista e radialista Rodrigo Santos, da Rádio Cidade, de Brusque, logo após a final da Copa Santa Catarina, entre Joinville e Brusque, realizada no dia 10 de julho, na Arena Joinville, a Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão - ACAERT, manifesta o seguinte:

- Apoio e solidariedade ao radialista que foi agredido covardemente durante exercício profissional. Agora, o caso é de polícia, já que foi feito boletim de ocorrência.

- Repudia e condena mais um ato de violência contra profissionais da imprensa, registrado em estádios de futebol de Santa Catarina.

- Espera que a Justiça seja feita e que os culpados sejam exemplarmente punidos.

Florianópolis, 11 de julho de 2010. Marise Westphal Hartke Presidente ACAERT



Fonte: http://www.radioculturafoz.com.br/web/noticia.php?cod_noticia=443&Narrador_A

Já tenho o meu palpite

Se o Paul falou tá falado!!


Causos da Bola: O clássico da Vergonha


Morreu nesta terça-feira, em Florianópolis, aos 83 anos, o ex-árbitro de futebol Gilberto Nahas, vítima de câncer de próstata e pulmão. Conhecido por ter expulsado absolutamente todos os 22 jogadores no chamado "Clássico da Vergonha", entre Avaí e Figueirense, em 1971, Nahas estava internado desde domingo. Ele marcou época na arbitragem catarinense nas décadas de 60 e 70

A história do "Clássico da Vergonha"

Parece mentira, mas não é. No dia primeiro de abril de 1971, depois de uma briga generalizada, não sobrou ninguém dentro de campo: os 22 jogadores foram expulsos. O jogo era amistoso, em homenagem à "Revolução Democrática" de 1964, e acabou aos 10 minutos do segundo tempo, com o placar de 0 a 0.

A confusão começou quando o centroavante Cláudio, do Figueirense, e o zagueiro Deodato, do Avaí, se desentenderam numa disputa de bola e começaram a brigar. Antes que Gilberto Nahas conseguisse tirar os dois de campo, os demais jogadores partiram para a violência.

Irritados com a atitude de Gilberto Nahas, os militares, que estavam sendo homenageados no amistoso, foram ao vestiário pressionar o árbitro. Como era sargento da marinha, ele recebeu recados do almirante para que continuasse com o amistoso, até mesmo porque o governador estava presente no estádio. Não teve jeito. Ele disse que, dentro de campo, era quem mandava.

Alguns cronistas esportivos da época dizem que, pela insubordinação, o juiz ficou preso uma semana. Nahas, em entrevista ao ClicEsportes em 2008, garantiu que só ficou um dia na cadeia.

Quem também não gostou da suspensão do jogo foram os dirigentes de Avaí e Figueirense. Eles estavam preocupados porque, no final de semana seguinte, começaria um campeonato. Se todos fossem expulsos, deveriam pegar, pelo menos, um dia de suspensão. Muitos foram os pedidos para que Gilberto Nahas voltasse ao jogo.

Na semana seguinte, num julgamento na Federação Catarinense de Futebol (FCF), todos os 22 atletas foram absolvidos. Os advogados argumentaram que o juiz deveria apresentar um cartão para cada um dos atletas e colocar na súmula o número de cada jogador expulso. No documento, o juiz apenas relatou que "todos os jogadores foram expulsos".

Fonte: Blog Sou Avaiano



Poster da Seleção Brasileira 2010


De herói a vilão

Copa do Mundo pro Brasil é assim. Somente o finado Telê conseguiu repetir uma Copa mesmo sem ter ganho uma antes. Se Dunga não levar o caneco, dança. Há quem diga que dança mesmo se ganhar.

Sempre fui reticente com o trabalho dele, baseado no seu estilo como jogador. Mas os resultados em campo provam o contrário, ao menos por enquanto.
E fora de campo também! Colo abaixo, para que o blog não fique sem o registro, a maravilhosa intervenção do técnico na coletiva. Ele ganhou boa parte da torcida. Mas, não nos iludamos. Esse video vai ser usado muito e muito contra ele se perdermos o hexa.
Tomara que ganhemos mais essa e tenhamos uma coletiva ainda mais ácida!!